“Não continues, pará” Ouvi essa voz ao sair da sala de aula, mas pensei, que estivesses a alucinar, pelo facto do horário desgastante, de ir dormir tarde e acordar cedo.
Ao sair da escola, ouvi denovo a voz.
“Não continues, pará, por favor!” Começei a ficar assustada, e em falar logo disso à minha melhor amiga, que estava do outro lado da passadeira. E foi aí que percebi.
As ultimas coisas que me lembro, eram as memórias do carro, a chocar contra as minhas pernas, e o som da minha pulseira com guizos, a tilintar muito, até ver apenas a cor do asfalto, as riscas brancas e, mais tarde, a sirene de uma ambulância.
A próxima irei prestar-te mais atenção…

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