RSS Feed

  • Twitter
  • Digg
  • Stumble

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Capitulo II – A memória que não pode ser apagada

Eram seis e meia quando acordei. Tinha um dor de cabeça enorme, do tipo, como se me tivessem dado uma pancada na cabeça. Ai não, espera, tinha sido só um beijinho. Ele tinha os lábios quentinhos, e começei a sentir a falta deles.

Ainda tentava decifrar, o que ele quereria dizer com bons sonhos, mas talvez fosse imaginação minha. Ele podia simplesmente querer-me adormecer. Dirigi-me à janela. No meio de alguns livros espalhados no chão, pela minha queda, havia um bilhete.

Prometo que tal não volta a acontecer. Finge que não existo.”

Porque queria ele que eu o esqueçe-se? Defenitivamente aquela noite tinha tornado as minhas férias muito mais interessantes.

0 comentários:

Enviar um comentário