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domingo, 5 de setembro de 2010

Capitulo VI – O Encontro Inevitável

De manhã again :)

Não queria nada voltar às aulas, a esta altura do campeonato já se começava a sentir o cansaço e a pressão que há todos os anos. Mas infelizmente já não me doía nada, e acho que a minha pessoa não tinha paciência para fingir e também para faltar a mais aulas.

Desci e tal, e esperei pela Rita e a mãe, que eram a minha boleia para a escola. Quiseram logo saber como estava, mas acho que ía passar o dia com perguntas do género.

Eu, como sou muito esperta, na hora de entrar para a aula lembrei-me que tinha de carregar o cartão. Porque odeio carregá-lo nos intervalos de 20 e 10 minutos, é sempre a mesma confusão. Enfim… pedi para avisarem que iria chegar atrasada. Adoro chegar atrasada, porque a atenção da turma vai toda para mim. Mas hoje isso ia acontecer de uma maneira ou de outra, por isso era mais um motivo para estar feliz.

Entrei na sala e em primeiro de tudo ouvi uma voz masculina, linda e com um pouco de ironia à mistura dizer-me, “Bom Dia”. Ele sorriu-me, muito feliz até. Epá, eu não conheço o fulano de lado nenhum, mas alguma coisa nele me parecia familiar. Era alguma coisa, mas não sabia o que.

E na minha mesa gerou-se a típica troca de bilhetes com a minha melhor amiga, e eu queria saber o porque de ela não me ter dito ao telemóvel que havia um aluno novo na turma. Pelo que me chegou à folha, ele pediu segredo…

A meio da aula, lembrei-me dos olhos verdes dele, que eram iguais aos que eu vira na noite em que estava de férias. A voz muito parecida à das vozes que ouvi na altura do acidente e o bilhete… Já para não falar que ele fartava-se de olhar para mim e para o colar de safira.

Quem era o tipo afinal?

No final da aula agradeceu-me por estar a usar o colar e aí fiquei sem duvidas.

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